Análise Nintendo Switch – Slain: Back from Hell

E Slain foi portado em Dezembro para a Switch, mais um port deste grande jogo, que após um lançamento não muito favorável em PC, viu uma versão melhorada a ser feita com o título Slain: Back from Hell na forma de um update para PC, e como versão final portada para consolas como a PS4 e a XOne, chegou portanto mesmo no fim do ano de 2017 à Switch a correr a 30fps na consola, recebeu ainda poucos dias depois um patch para o fazer correr a 60fps, mas a questão é como se sai Slain na nova consola da Nintendo.

Em Slain jogamos com um falecido guerreiro poderoso que é trazido de volta à vida para combater forças malignas que se espalharam por várias terras, será o nosso dever embarcar em jornadas pelas mesmas e chegar ao ser que tomou controlo das mesmas e que tem espalhado o caos na mesma e derrota-lo. Basicamente é esta por alto a história que se passa em Slain, eu vou ser super sincero nestes jogos eu quase nunca presto atenção à plot, mas pelo Slain fiz um esforço de nada, porque os momentos que lá prestava eram bem gastos. A minha questão acaba sempre por norma a ser que estou mais virado para entrar na ação, afinal esse é o grande recheio do jogo, e Slain não desilude.

Todo os aspeto do jogo vai de certo apelar aos fãs de heavy metal, com um estilo de gore e mais maduro na sua arte, sombrio e ambiente pesado, de certo que se irão sentir em casa, não só eles mas quem aprecie o estilo artístico, eu aprecio bastante, e andar pelos mundos de Slain é um deleite à vista, seja durante os efeitos de combate, ou só quando estamos a vaguear, é difícil não ficar a apreciar todo o ambiente, todo o cenário, é realmente algo fenomenal, juntem a isto uma OST fantástica inspirada no género Heavy Metal e têm todo o setting para viver uma jornada fantástica e brutal, com inspirações ainda também em Castlevania e nota-se porquê até, quem tenha jogado os clássicos de Castlevania vai-se sentir sem dúvida algo em casa em Slain.

O combate é uma das partes onde o jogo brilha, não é preciso ser-se um especialista para aprender, ao longo do jogo vão desbloqueando novas armas, começam com uma espada, mais à frente ganham um machado de guerra de gêlo, e mais à frente uma espada flamejante, basicamente é a vossa espada com magia envolta nela que lhe dá novas formas, sendo que o combate mais leve e rápido é feito com a espada em si, o machado é mais pesado mas contém alguma rapidez ainda, e a espada flamejante é a mais lenta dos 3 mas a que notei fazer mais danos. Cada arma ou forma tem um combo de 3 movimentos, sendo que o último faz com que avancem um pouco para a frente face ao sitio onde estão, nada demais e aprendem rapidamente a prestar atenção ao sitio onde estão porque o jogo tem alguns pontos de queda e armadilhas espalhadas que são ativadas até por pontos de pressão, também este 3º movimento faz com que inimigos de grande porte sejam empurrados para trás o que é bom, dá-vos espaço de manobra para respirar digamos assim.

Para além destes básicos podem ainda ficar a pressionar o botão de ataque para no momento certo largar um ataque pesado especial que faz uma boa dose de danos, se ficarem a apertar demasiado tempo o ataque é anulado bem como se forem atingidos por algum inimigo. Por fim têm ainda a possibilidade de lançar um ataque mágico pelo botão R, em que se ficarem a pressionar o mesmo podem fazer uma versão pesada dele, neste caso o ataque é um orb de energia, capaz de trespassar vários inimigos normais de uma só vez, sendo que os mais pesados já não, podem ainda dar um dash para trás com o L, útil em casos que precisem de se escapulir, e ainda fazer bloqueios, sendo que se bloquearem um ataque na altura certa ficam com uma abertura para um contra-ataque mais devastador pois o inimigo está atordoado.

Tudo isto pode parece um pouco muita informação, mas é bastante simples no jogo, nada demais e temos aqui uma jogabilidade bem fluida em Slain, realmente o que esperava de um jogo deste género, a invocar a era dourada dos jogos de plataformas side-scroller em 2D de ação, Slain faz tudo o que os melhores como Castlevania faziam e muito mais. Até têm uma secção em que vos é dada a forma de um temível lobo pelos poderosos espíritos dos lobos da região, em que são permitidos correr numa grande caçada com a alcateia de maneira a provarem que são dignos de vaguear o seu reino e de enfrentar a ameaça da sua terra.

No final do dia de são fãs do género, se querem um jogo que vos leve de volta à era gloriosa dos jogos retro de ação e plataformas ao estilo Castlevania mas muito, mas muito melhor em todos os sentidos, se gostam de Heavy Metal, este jogo é para vocês, não esperem é um passeio no parque, o jogo vem com o aspeto bruto e com uma dificuldade a acompanhar, com inimigos voadores terrestres, e poderosos bosses, vão ter aqui um bom desafio para umas boas horas passadas, na Switch a única questão negativa que senti mas foi breves momentos, é em modo docked, em certos pontos muito raramente havia uma queda súbita de frames mas rapidamente estabilizava, também tenho de dizer que Slain sente-se muito melhor em modo portátil a meu ver.

E Slain foi portado em Dezembro para a Switch, mais um port deste grande jogo, que após um lançamento não muito favorável em PC, viu uma versão melhorada a ser feita com o título Slain: Back from Hell na forma de um update para PC, e como versão final portada para consolas como a PS4 e a XOne, chegou portanto mesmo no fim do ano de 2017 à Switch a correr a 30fps na consola, recebeu ainda poucos dias depois um patch para o fazer correr a 60fps, mas a questão é como se sai Slain na nova consola da…
Este jogo é simplesmente uma experiência única, tudo o que tinha a dizer ficou dito na análise e no seu final, há tanto que gostava de dizer deste jogo, mas quem nem saberia por onde começar e penso que a minha análise ao mesmo não faz justiça nenhuma ao quão fenomenal Slain Back from Hell é.
História - 78%
Jogabilidade - 84%
Grafismo - 93%
Som - 95%

88%

FANTÁSTICO!!!

Este jogo é simplesmente uma experiência única, tudo o que tinha a dizer ficou dito na análise e no seu final, há tanto que gostava de dizer deste jogo, mas quem nem saberia por onde começar e penso que a minha análise ao mesmo não faz justiça nenhuma ao quão fenomenal Slain Back from Hell é.

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Sou aquele gajo que ama RPG's, mas que nunca terminou o FFVII, que acha o Fallout 2 o melhor jogo de sempre, o GBC a consola que nunca foi superada (muito Pokémon na altura :P, mas devo confessar que atualmente de eleição é a PS3, mas GBC é aquela coisa) e que tem como eleição a PlayStation.

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