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Análise PS Vita – Oceanhorn: Monster of Uncharted Seas

Oceanhorn: Monster of Uncharted Seas, desenvolvido pela Cornfox & Bros. e publicado pela FDG Entertainment, chegou finalmente à Playstation Vita, quatro anos após o seu lançamento original no iOS. Um jogo de aventura muito bem conseguido tendo também uma história interessante e emocional.

Nesta aventura iremos controlar um jovem herói cujo nome nunca nos é revelado. Alguns anos após o desaparecimento do seu pai, o protagonista decide então ir em busca do seu pai, seguindo o diário dele e usando a velha espada e escudo que o pai usara antigamente. Nestas aventuras o nosso herói irá descobrir locais e pessoas muito diferentes, tais como ilhas flutuantes e outras raças que não humanas. Para se ir descobrindo novos destinos é necessário falar com os habitantes e examinar livros e estantes que estejam visíveis, algo que como fã de RPG’s faço sempre, o que facilitou no progresso da história do jogo.

O jogo é muito semelhante aos The Legend of Zelda mais tradicionais, sendo que o jogo tem inclusive algo semelhante à Triforce e até exploração marítima presente neste jogo remonta para o Wind Waker. Embora possa parecer algo negativo à primeira vista, estas semelhanças são na realidade uma coisa boa, pois dá mesmo a sensação de que estamos a jogar um Zelda, e então numa Playstation Vita, é uma experiencia muito agradável: puzzles, masmorras, aventuras, segredos… tem tudo o que precisa. No jogo estão presentes diversas armas e feitiços que vão sendo descobertos no decorrer do jogo, sendo que a espada lendária e dois feitiços não fazem parte da narrativa principal, e é necessário explorar locais prévios e até alguns novos para que se possa obter todos os fragmentos de coração e ter a arma e feitiço mais forte do jogo.

Quanto aos gráficos, apesar de não serem nada demais, estão bem executados e tirando uma ou outra falha, é esteticamente agradável. Cada ilha tem a sua própria personalidade e uma cor mais predominante, cada visita a uma ilha é uma experiência nova. Já ao contrário do que acontece com os gráficos, a música é simplesmente fenomenal, tendo grandes nomes da indústria como Kenji Ito (Romancing Saga) e Nobuo Uematsu (Final Fantasy) envolvidos na criação desta banda sonora, só tenho pena de não existir uma maior quantidade de faixas pois após algumas ilhas a música começa a tornar-se repetitiva o que é uma verdadeira pena.

Resumindo e concluindo, Oceanhorn: Monster of Uncharted Seas é um jogo muito bom que consegue capturar a essência dos jogos mais clássicos do género enquanto mantém uma história interessante. Esta versão do jogo incluí os extras da versão GOTY, tendo uma nova ilha para explorar, e o minijogo de pesca, que consegue ser por vezes, mais irritante do que deveria de ser. É um jogo relativamente curto, em menos de 16h foi-me possível fazer 100% a tudo, e isto num passo lento e relaxado, sendo possível terminar a história do jogo em menos de 10h.

Oceanhorn: Monster of Uncharted Seas, desenvolvido pela Cornfox & Bros. e publicado pela FDG Entertainment, chegou finalmente à Playstation Vita, quatro anos após o seu lançamento original no iOS. Um jogo de aventura muito bem conseguido tendo também uma história interessante e emocional. Nesta aventura iremos controlar um jovem herói cujo nome nunca nos é revelado. Alguns anos após o desaparecimento do seu pai, o protagonista decide então ir em busca do seu pai, seguindo o diário dele e usando a velha espada e escudo que o pai usara antigamente. Nestas aventuras o nosso herói irá descobrir locais e pessoas…
Após a criação de The Legend Zelda, muitas empresas têm vindo a tentar capturar o charme desta série icónica, infelizmente, a maioria fracassa. Oceanhorn: Monster of Uncharted Seas é um caso especial, pois tendo o seu próprio charme consegue superar as expectativas e irá com certeza agradar à maioria dos fãs de Zelda ou de jogos em geral.
História - 85%
Jogabilidade - 75%
Grafismo - 73%
Som - 86%

80%

Interessante!

Após a criação de The Legend Zelda, muitas empresas têm vindo a tentar capturar o charme desta série icónica, infelizmente, a maioria fracassa. Oceanhorn: Monster of Uncharted Seas é um caso especial, pois tendo o seu próprio charme consegue superar as expectativas e irá com certeza agradar à maioria dos fãs de Zelda ou de jogos em geral.

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Um amante de JRPG’s, tendo um especial carinho pela época dos 16bit. As minhas séries de jogos favoritas são Dragon Quest e Super Robot Wars.

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