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Análise PS3 – Altered Beast

(Republicação de uma análise de 2014)

Altered Beast já não é nenhuma novidade para quem anda pelo mundo de gaming, ou já adquiriu uma das colectâneas da Sega-Mega Drive, mas o que nos reserva a versão do jogo posta na PSN?

Basicamente é o jogo original, com todo o seu charme, história curta ( tanto de duração como de digamos impacto no jogo em si), sons e jogabilidade que fazem dele uma experiência única. Infelizmente digamos que em modo pelo menos Normal o jogo torna-se algo simples até de se fazer, isto é caso não queiramos testar as nossas habilidades de tentar fazer o jogo sem fazer “Continue” (continuar), ou seja sem perdermos as nossas vidas todas.

Temos uma novidade que é adição de um modo co-op online, sendo que se quisermos ter o jogo a 100% ganhando os seus 12 troféus, necessitamos de participar numa sessão de co-op online, isto torna até as coisas um pouco mais interessantes, partilhar a experiência com outras pessoas, como amigos, família, jogadores de todo o mundo, consegue ser algo divertido, até temos opção de Chat de Voz no online, claro que para ficar algo mais interessante convêm meter o nível de dificuldade para Hardcore, algo que ainda não experimentei mas faço tensões.

As adições não se ficam por aqui, para iniciar-mos um novo jogo podemos selecionar a dificuldade que vai de easy a hardcore, estilo de jogabilidade que vai de easy a hardcore, esta opção só vai afetar com quantas vidas e barras de energia começamos o jogo.

A aventura real começa quando iniciamos o jogo, em modo normal é algo que se faz bem em 30 minutos, mas não deixa de ser uma experiência única, aquele “Rise from you grave” que Zeus diz para trazer a nossa personagem à vida com a demanda de salvar a sua filha, Athena, das garras do Deus Demónio do submundo, Neff. A dificuldade do jogo parecendo que não e algo complicado, principalmente no Stage 3 em precisamos de conseguir realmente coordenar os nossos ataques contra as formigas gigantes, que vêm na nossa direção em constante movimento sendo que se não conseguir-mos meter uma boa coordenação a nível de tempo para lhes conseguir-mos acertar um bom soco ou pontapé, pois senão levamos com elas todas em cima, mas não são só estas, temos uma espécie de inimigos mesmo no Stage 1, que são algo parecidos com ogres, ou melhor dizendo sendo que isto se passa na mitologia dos deuses do Olympo, Cyclops, mas de estatura mais aproximada a de um humano. Enfrentamos uma variedade de inimigos, tartarugas gigantes, lobos, zombies, formigas gigantes, espécie de ser de fusão de unicórnio com homen, sátiros e não só. Os bosses parecendo que não tornam-se difíceis, até o mais simples precisa de uma estratégia para o vencermos sem perder vida, sendo que isto se torna quase uma missão impossível com o último bosse.

Infelizmente o jogo só contêm 5 Stages, acho que merecia mais, mas não deixa de ser uma grande experiência por causa disso, continua a ser épico podermos transformarmo-nos em Lobisomem, Dragão, Urso, Tigre e num Lobisomem Dourado, todos eles com os seus dois ataques únicos. Para mim este jogo não deixa de ser uma daquelas experiências que todos os gamers deveriam fazer pelo menos uma vez.

(Republicação de uma análise de 2014) Altered Beast já não é nenhuma novidade para quem anda pelo mundo de gaming, ou já adquiriu uma das colectâneas da Sega-Mega Drive, mas o que nos reserva a versão do jogo posta na PSN? Basicamente é o jogo original, com todo o seu charme, história curta ( tanto de duração como de digamos impacto no jogo em si), sons e jogabilidade que fazem dele uma experiência única. Infelizmente digamos que em modo pelo menos Normal o jogo torna-se algo simples até de se fazer, isto é caso não queiramos testar as nossas habilidades…
Um clássico intemporal, Altered Beast é simples, viciante e fantástico. Quem não o jogou tem de o fazer, é um exemplo de side-scroller viciante.
Jogabilidade - 90%
Gráficos - 90%
Som - 86%

89%

Um clássico intemporal, Altered Beast é simples, viciante e fantástico. Quem não o jogou tem de o fazer, é um exemplo de side-scroller viciante.

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Sou aquele gajo que ama RPG’s, mas que nunca terminou o FFVII, que acha o Fallout 2 o melhor jogo de sempre, o GBC a consola que nunca foi superada (muito Pokémon na altura :P, mas devo confessar que atualmente de eleição é a PS3, mas GBC é aquela coisa) e que tem como eleição a PlayStation.

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