Menu

Análise PS3 – Burial at Sea Epi.1 (BioShock Infinite DLC)

Ora bem Burial at Sea Epi.1 marcou o regressa de Rapture a BioShock. Neste DLC para o Infinite, podemos regressar a esta bela cidade projetada por Andew Ryan, mas atenção que convém terem jogado a campanha de Infinite a fim de perceber o que fazem Booker DeWitt e Elizabeth, na mítica cidade submersa, e melhor ainda, como é possível eles ali estarem.

Em Burial at Sea Epi.1 vamos mais uma vez encarnar Booker, como detetive privado em Rapture. Para este DLC não é bem necessário terem jogado os primeiros BioShock, mas se não o tiverem feito vai haver elementos de side-plot que não vão realmente entender a fundo, e o mesmo pode-se dizer se não tiverem jogado a campanha de Infinite, não vão perceber outros fatores nrm mesmo a finalidade da plot do DLC, pelo que convém terem jogado a campanha principal para evitar ficarem a apanhar do ar. A aventura começa com Booker no seu escritório, quando do nada uma mulher pelo nome de Elizabeth aparece e quer investigar com a ajuda de Booker o desaparecimento de uma rapariga órfã chamada Sally. A mesma é alguém com quem Booker tem uma ligação, tendo vindo a cuidar dela de certa maneira, e quando a mesma desapareceu há uns tempos, foi dada como morta, mas com Elizabeth Booker vai perceber que não foi bem isso que aconteceu, e nós ganhamos uma visão renovada sobre algo que conhecíamos de maneira superficial em BioShock 1, e de uma maneira mais completa no 2, que é basicamente como realmente se criavam as Little Sisters, ou como ainda se podem ver aqui a ser chamadas de Little Wonders. O destino de Sally vai levar-nos por zonas de Rapture como nunca imaginámos ver, com vida e atividade, tudo isto antes da guerra civil que ditou a queda deste belo local, vamos ainda reencontrar Sander Cohen, e diga-se de passagem que já aqui lhe faltavam os parafusos todos na tola, e por fim ficar a saber que o desaparecimento de Sally e de outras crianças tem muito mais que se lhe diga, enquanto somos levados até à zona agora desconectada da cidade em si, que era controlada por Frank Fontaine, onde agora habitam só Splicers, que sâo humanos que sofrerem mutações por uso excessivo de Adam, e não só.

A jogabilidade é a mesma encontrada na campanha principal de Infinite, temos é menos variações das armas e munição muito mais limitada, mas à semelhança dos BioShock anteriores podemos agora andar com um leque de armas mais completo e não só com duas, temos também uma nova que que emite micro ondas que “cozinham” os nossos inimigos a um ponto de os fazer explodir, os plasmids aqui são basicamente os Vigors de Infinite sendo que temos um novo que serve para congelar inimigos, ou água corrente para criar novos caminhos, nisso nada mudou, temos loja de upgrades de armas e de plasmids, bem como de consumivéis. A aventura pode parecer breve, mas o seu desafio é doseado para que possa levar o seu tempo a ser feita, e tem de ser feita de maneira pensada em certas alturas, pois ações à Rambo só levam a que a gente morra, mesmo com as linhas férreas aérias e o sky hook, que aqui é chamado de fly catcher e tem outra base para existir, os nossos inimigos vão ser desafiantes, mas a verdadeira surpresa chega no final. A nível visual mantém-se a mesma qualidade que vimos em Columbia, mas agora vista em Rapture, as zonas cheias de vida do jogo para andarmos a explorar têm o toque esperado, sendo que as zonas degradadas e recheadas de Splicers já têm a obscuridade e ambiente desolada a que estamos habituadas a ver nesta cidade, com mais uma vez o voice acting a dar o ênfase necessário às cenas cinemáticas, e de diálogo pelo jogo.

Um DLC fenomenal que serve de complemento à história principal e que justifica sim senhora termos o regresso desta magnifica cidade, para além do mais nos seus tempos de glória, que dá vontade de ter uma aventura completa de novo em Rapture, ou de voltar a pegar nos dois primeiros títulos da franquia que merecem sem dúvida ser rejogados. Um suplemento indispensável para os fãs da franquia.

Análise – BioShock Infinite

Ora bem Burial at Sea Epi.1 marcou o regressa de Rapture a BioShock. Neste DLC para o Infinite, podemos regressar a esta bela cidade projetada por Andew Ryan, mas atenção que convém terem jogado a campanha de Infinite a fim de perceber o que fazem Booker DeWitt e Elizabeth, na mítica cidade submersa, e melhor ainda, como é possível eles ali estarem. Em Burial at Sea Epi.1 vamos mais uma vez encarnar Booker, como detetive privado em Rapture. Para este DLC não é bem necessário terem jogado os primeiros BioShock, mas se não o tiverem feito vai haver elementos de…
Um complemento à história da campanha fantástico, marcando também um regresso a Rapture fenomenal, dando mais backstory da cidade e dos seus eventos que ao fim ao cabo levaram ao que se pôde ver no BS1 e 2.
História - 90%
Jogabilidade - 88%
Grafismo - 93%
Som - 86%

89%

Fantástico!

Um complemento à história da campanha fantástico, marcando também um regresso a Rapture fenomenal, dando mais backstory da cidade e dos seus eventos que ao fim ao cabo levaram ao que se pôde ver no BS1 e 2.

User Rating: No Ratings Yet !

Sou aquele gajo que ama RPG’s, mas que nunca terminou o FFVII, que acha o Fallout 2 o melhor jogo de sempre, o GBC a consola que nunca foi superada (muito Pokémon na altura :P, mas devo confessar que atualmente de eleição é a PS3, mas GBC é aquela coisa) e que tem como eleição a PlayStation.

No comments

Deixe uma resposta

Video em Destaque

Parceiros