Menu

Análise PS3 – Dead Rising 2

Dead Rising 2, o que dizer desta aventura? Ora bem vou começar com aquilo que vou abordar de uma maneira mais simples, a plot, pois apesar de estar bastante interessante e cheia de plot twists inesperados (até certo ponto), e sem contar que temos uns quantos finais alternativos, o foco acaba por ser o gameplay que com as suas particularidades e maluqueira acaba por ser o grande foco está claro.

A plot está recheada com uma variedade de quests secundárias (que irei abordar depois), e de psicopatas que têm sempre m pouco de plot a mostrar o ponto fulcral da sua loucura, mas claro que no fim do dia interessa é a plot principal, na qual somos Chuck Greene, um ex-campeão de Motocross que é pai solteiro (agora), pois no mundo de Dead Rising, os zombies são algo que até é regular, e existe mesmo uma cura temporária (que tem de ser dada a quem está infetado por ter sido mordido, numa base diária, com uma vacina do medicamento conhecido como Zombrex), e num outbreak que ocorreu em Las Vegas Chuck perdeu a sua mulher, e a sua filha, Katey, foi infetada, pelo que Chuck para fazer dinheiro para poder continuar a providenciar de maneira estável a cura à sua filha, inscreve-se no concurso Terror is Reality (TiR), em Fortune City, que é um concurso que mete os concorrentes em competição por pontos a matar zombies, e Chuck sendo profissional de motocross, entra na variante de motas personalizadas com moto serras, tudo corre bem, e Chuck sai o grande vencedor, o problema vem depois quando se dá um outbreak em Fortune City. De um momento para o outro é o caos total, a cidade é isolada do resto do mundo, e Chuck tem de correr para apanhar a sua filha e ir para o bunker onde os poucos sobreviventes que seguiram um segurança conhecido como Sulivan, se enfiaram, juntamente com uma jovem chamada Stacey que pertence a um grupo que luta para proteger os direitos dos zombies e contra o espetáculo TiR. Mais tarde num desenrolar de eventos Chuck aparece como o principal suspeito causador da libertação dos zombies que levou ao outbreak na cidade, e torna-se uma corrida contra ao tempo para provar a sua inocência.

A partir daqui é a loucura total, e temos de sobreviver em Fortune City, procurar pelos responsáveis de maneira a limpar o nosso nome, e nunca esquecer que às 7 da manhã de cada dia temos de ter Zombrex para dar a Katey, tudo isto a contar que temos 72h a aguentar até os militares entrarem na cidade para a limpar e salvar os sobreviventes, ou seja 3 dias de loucura. Parece tudo um grande stress, certo? Bem errado, quer dizer, podia ser mas, depois temos a parte engraçada de DR, a loucura que é as armas de combo, a personalização do Chuck que até podemos andar de boxer a matar zombies, e o humor que o mundo de DR nos acaba a dar, até mesmo através dos psicopatas que estão nele, que são sobreviventes que ficaram loucos, ou simplesmente se revelaram no meio do caos, e com os quais temos de lidar, até esse acabam por emanar na sua loucura um lado cómico, e depois a banda sonora escolhida para o jogo é fenomenal, e dá um outro espirito até a estes combates (que até faço questão de vos deixar em baixo a música que passa durante o combate com o Chef “King of Cousine” Antoine). Depois com isto temos os sobreviventes, malta que ficou presa em Fortune City a tentar sobreviver, ou que até nem se aperceberam do acontecimento, ou ficaram a fazer alguma atividade maluca por obsessão como a jogar nas slot machines, e nós vamos até eles para os ajudar, e trazer para o bunker, a questão passa que muitas vezes temos de os ajudar a terminar o que estão a fazer, se não nem vêm connosco.

É uma loucura e vamos estar sempre entretidos, e depois temos a bela Fortune City que mais parece uma Las Vegas pois é tanto casino, lojas, zonas de atração, que vamo-nos perder completamente pela cidade, há suficiente para nos manter entretidos apesar de não ser um mapa assim tão extenso quanto isso, mas até temos um sistema de túneis subterrâneos,  e há zonas de ficar UAU, por isso andar pela mesma e agradável, e claro todas as missões secundárias acabam a ter um tempo limite para serem feitas, tal como as da plot principal, aliás só são desencadeadas em certas alturas, em que se inclui o dia e hora, e outras só se passarmos por uma determinada zona numa determinada altura, e mesmo só se já tivermos feito uma certa missão anterior. Com isto tudo há ainda a loucura de matar zombies, podemos usar tanta coisa, porra, acaba por ser brincadeira de crianças (literalmente, afinal de contas até lhes podemos espetar fogo de artificio na cabeça, mascaras para os tornar mais cómicos, largar berlindes no chão, atirar com peluches gigantes de ursos para cima, porra tanta coisa), e podemos acabar com eles usando várias coisas do mundo, armas de fogo, armas de melee como tacos de baseball ou até mesmo caixotes do lixo, temos ainda a parte de poder fazer armas de combo, quando usamos as mesas de trabalho manual nas salas de manutenção que estão espalhadas pelo jogo, podemos combinar um taco de baseball com pregos, um urso de peluche gigante com uma light machine gun, extintores com dinamite, luvas de boxe com lâminas, pá tanta coisa que dá mesmo para fazer uma lista. Com isto podemos tentar descobrir as combinações, ou esperar ao ir evoluindo de nível e salvando sobreviventes, para quê? Pois em certas vezes recebemos combo cards, as cartas que nos mostram uma arma de combo e como a fazer. Depois a esta loucura podemos ainda usar veículos, alguns estão espalhados pelo mundo do jogo, nos quais se incluem triciclos de menina, sim senhor, mas quando até podemos vestir o Chuck de mulher, eu já nem digo nada, mas a parte engraçada é ver o triciclo a atropelar aqueles zombies todos, mas depois há veículos em que temos de descobrir as chaves dos mesmos, e são veículos que estão em exposição nalgum local do mundo, como por exemplo dentro de um dos Centros Comerciais (o Roial Flush Plaza) temos um carro desportivo, e para o conduzir precisamos da sua chave, que pode ser encontrada numa das lojas de penhores do jogo, que são controlados por looters do jogo, a mesma custa 500 Mil Dólares (muito papel mesmo), e nestas lojas podemos ter acesso a certos itens rapidamente….por um preço.

Com isto podemos ainda falar de como recuperar a vida de Chuck, ora bem o seu HP vai melhorando à medida que evoluímos de nível, até mesmo o seu inventário, pois ao inicio temos poucos slots de coisas que podemos carregar, e o mesmo vai ganhando slots com a evolução de nível de Chuck, que é feita com PP, que se ganha ao fazer missões, salvando sobreviventes e matando zombies, mas voltando ao tópico, temos de encontrar comida, bebidas como sumo, ou bebidas alcoólicas, bebidas essas que podem ser combinadas ainda em misturadoras para criar bebidas mais poderosas e que nos dão algum bónus de tempo limitado, claro que no caso de bebidas alcoólicas se o Chuck ingerir muitas vai ficar mal disposto e começar a vomitar, por isso apesar de algumas recuperarem muita vida, há depois este fato a ter em conta. Depois termos a questão da jogabilidade, que embora seja frustrante (falta de hábito para ser sincero, DR é daqueles jogos que tem uma jogabilidade particular, que apesar de parecer datada, vista de uma certa perspetiva encaixa bem na experiência que nos querem passar), tem coisas que nos fazem ficar “porra é lindo, de um certo ponto desnecessário, e de outro engraçado”, como por exemplo as animações do Chuck a consumir comida ou bebida, que tem os sons todos, e ele a fazer a ação, ficou lindo, mas depois temos coisas como por exemplo se tivermos a saltar no ar, e formos atacados por um zombie com sucesso, caímos imediatamente no chão de pés assentes e o Chuck faz uma animação de ter sido magoado, acaba por quebrar o flow, pôr-nos numa situação delicada, e por ser frustrante, mas por um lado obriga-nos a perceber melhor o jogo, a ai dos inimigos, e a “saber jogar” o mesmo por assim dizer.

Em suma há muito para se fazer em DR2 até temos minijogos como golf, e uma cabine de dinheiro, em que há ventoinhas a fazer notas voar e temos de apanhar tudo o que podermos rapidamente, tudo coisas para nos fazer delirar no jogo, e devo dizer que é uma experiência bem passada, cheia de twists pela sua plot, recheado de conteúdo para nos entreter, loucura, e um pai carinhoso capaz de tudo pela sua filha…até mesmo domar um tigre para lhe oferecer… Recomendo vivamente a fãs de jogos survival,  shooters, hack N’ slash e claro, ação e aventura, a raspar um pouco RPG (de muito leve, mas come on afinal de contas o Chuck tem um sistema de evolução, consegue criar armas, e ainda por cima pode mudar de guarda roupa), sem contar com uma parte que adorei, é que as cutscenes para além de estarem excelente, fazem uso dos ambiente em tempo real do jogo, adicionando só o que está em falta, portanto se tiverem o Chuck de saia, bem, ele vai aparecer de saia nas cutscenes, coisa que acho que é um toque espetacular, depois a juntar a tudo isto podem juntar-se com amigo para co-op, ou seja, loucura a dobrar. Só achei uma pena o Case Zero e Case West não terem saído também na PS3.

Dead Rising 2, o que dizer desta aventura? Ora bem vou começar com aquilo que vou abordar de uma maneira mais simples, a plot, pois apesar de estar bastante interessante e cheia de plot twists inesperados (até certo ponto), e sem contar que temos uns quantos finais alternativos, o foco acaba por ser o gameplay que com as suas particularidades e maluqueira acaba por ser o grande foco está claro. A plot está recheada com uma variedade de quests secundárias (que irei abordar depois), e de psicopatas que têm sempre m pouco de plot a mostrar o ponto fulcral da…
Um jogo espetacular cheio de loucura, caos zombificado e um tempo limite que nos faz correr para podermos ver e descobrir tudo antes que aconteça um Game Over.
História - 95%
Jogabilidade - 88%
Grafismo - 90%
Som - 97%

93%

Louco!

Um jogo espetacular cheio de loucura, caos zombificado e um tempo limite que nos faz correr para podermos ver e descobrir tudo antes que aconteça um Game Over.

User Rating: No Ratings Yet !

Sou aquele gajo que ama RPG’s, mas que nunca terminou o FFVII, que acha o Fallout 2 o melhor jogo de sempre, o GBC a consola que nunca foi superada (muito Pokémon na altura :P, mas devo confessar que atualmente de eleição é a PS3, mas GBC é aquela coisa) e que tem como eleição a PlayStation.

No comments

Deixe uma resposta

Video em Destaque

Parceiros