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Análise PS3 – Dead Space

Jogos de terror, algo que ainda só tínhamos abordado por alto no Home, mas fazemos agora de Dead Space, o mítico jogo de horror/terror no espaço que toda a gente conhece ou ouviu falar, por bons motivos.

Dead Space mete-nos no papel de Isaac Clarke, um engenheiro, que é um dos 3 membros da tripulação da USG Kellion (sendo os outros dois o comandante Zach Hammond e a Especialista de Informática, Kendra Daniels)  que estão a investigar o que se passa com a nave USG Ishimura, que é uma nave destinada a fins minérios, que não tem dado sinais, mas nem tudo é o que parece, e em pouco tempo a nossa nave despenha-se dentro do cais da Ishimura, e nós estamos mergulhados num pesadelo sem saída.

Em pouco tempo descobrem que a tripulação (à exceção de um) da Ishimura estão todos mortos, ou assim parecem, estando a ser transformados em aberrações mutantes saídas de alguns dos nossos piores pesadelos, para ajudar à festa como disse estamos presos numa nave que está há já algum tempo a ser assombrada por estas criaturas que tomaram conta de todos os cantos da nave, sistemas de ar, que usam para se movimentarem pela nave. Temos de enfrentar sozinhos estas bestas todas, sendo que Kendra e Zach ficam em secções separadas da nave, enquanto Isaac sendo o engenheiro, tem o dever duro de “passear” pela nave, tentando reparar o que pode, para arranjar maneira de saírem todos daquele sitio, mas em breve o mal que assombrou a tripulação da Ishimura começa a recair sobre eles, visões do que não existe, vozes a assombrar as suas cabeças, tudo isto proveniente daquilo que na realidade a Ishimura tinha extraído do planeta, o Marco, algo de origem maligna, que criou estas criaturas, que levou a tripulação e os colonos do planeta onde estava à loucura, a cometerem suicídios, homicídios, e fez aparecer os seres voadores que causam a transformação dos corpos que sobram no fim de cada matança, nas criaturas que nos assombram pela nave.

Vamos enfrentar seres de tamanhos titânicos, até de quase do tamanho de um esquilo, mas tudo isto é feito através de mecânicas de jogabilidade simples mas boas o suficientes para nos ajudar a criar tensão, temos uma câmera em ângulo nas costas da personagem, que ajuda a criar uma certa dimensão ao jogo, isto claro na minha opinião pessoal, têm algo excelente que é o peso da personagem consegue sentir-se, até quando corremos, ou quando fazemos movimentos melee, e isso é excelente, ajuda a criar alguma ansiedade nos momentos em que temos de fugir de algo. Temos armas interessantes, que vão desde um cortador de energia de plasma, até um lança chamas, temos uma pulse rifle, um lançador de linhas de energia, que sinceramente não sei se consigo confirmar muito a sua eficácia, mas também não me dediquei muito ao mesmo, sendo que para mim a arma de eleição a usar sempre foi o plasma cutter (cortador de plasma), que sofrendo as atualizações com os power nodes (que custam 10,000 créditos cada um nas lojas pela nave, e que podem ser encontrados raramente), é uma arma de confiança, eficaz, com dois modos de disparo (vertical e horizontal), que prova bem a beleza de uma das mecânicas do jogo que torna o combate mais interessante.

O desmembramento é esta mecânica que falava, em que podemos cortar uma pernas ou ambas a um inimigo, braços, a cabeça, tentáculos, etc…, vendo-os a continuar a tentar vir atrás de nós, é algo que torna o combate como disse interessante, e criar talvez uma nova maneira de pensar durante o jogo, quebrando aquela rotina de disparar o carregador da arma sobre a malta toda, tornando o combate mais tático, para uma aproximação rápida no que toca a despachar os nossos atacantes. Temos também zonas em que temos contacto com gravidade zero, seja para passar uma zona da nave que ficou exposta ao espaço, seja pela carcaça da nave, e estas zonas estão sem ar, ou seja temos o armazenamento de ar do fato que se vai rapidamente, claro que temos sempre latas de ar para recarregar o fato, mas o nosso inventário é algo de pequena capacidade, temos também zona de gravidade zero só pela nave, em que usamos o fato para salta para várias zonas dessa área e temos itens a pairar no ar, corpos, etc…. Temos também claro umas capacidades especiais do fato, como o poder de abrandar certos mecanismos da nave para podermos passar por certas zonas, por cima deles, etc…, podemos usar um de tração digamos, que nos permite mexer certos itens, e mecanismo através de uma força quase magnética, o de abrandar podemos também usar sobre inimigos, que é basicamente uma onda de stasis que o fato lança, e isso ajuda muito contra inimigos de grande porte.

A nível gráfico o jogo está lindo, com uma atmosfera sombria e perfeita, que leva um pouco o realismo mais à letra com o toque sublime de termos cacifos, e cacifos de chão pelo jogo, que estão abertos e outros trancados, e que não dá para destrancar, isso cria outro realismo, pois mostra mesmo que viviam ali pessoas que tinham os seus pertences guardados, e outros que não se davam ao trabalho de trancar os seus, em termos de sons, é outro nível também, perfeito a acompanhar a atmosfera do jogo, não há cá músicas nem meias músicas, mas sim um silencio ao passar pelo jogo e música sublime mas eficaz em momentos de combate. Claro que a cereja no topo do bolo é a plot do mesmo, que nos leva à fase final de imersão na experiência. Isto deixa Dead Space num patamar de um jogo que têm de jogar, em especial se são fãs de jogos de Terror/Horror, esta versão analisada foi a da PS3, mas seja na Xbox 360 ou PC, não interessa, recomendo e digo que é um must na vossa biblioteca de jogos.

Jogos de terror, algo que ainda só tínhamos abordado por alto no Home, mas fazemos agora de Dead Space, o mítico jogo de horror/terror no espaço que toda a gente conhece ou ouviu falar, por bons motivos. Dead Space mete-nos no papel de Isaac Clarke, um engenheiro, que é um dos 3 membros da tripulação da USG Kellion (sendo os outros dois o comandante Zach Hammond e a Especialista de Informática, Kendra Daniels)  que estão a investigar o que se passa com a nave USG Ishimura, que é uma nave destinada a fins minérios, que não tem dado sinais, mas…
Um jogo magnifíco, que fica como um marco de como deve ser feito um excelente jogo de terror/horror, com uma jogabilidade simples mas efícaz, sem falar dos ambientes e atmosfera do jogo.
História - 95%
Jogabilidade - 100%
Gráficos - 100%
Som - 90%

96%

Um jogo magnifíco, que fica como um marco de como deve ser feito um excelente jogo de terror/horror, com uma jogabilidade simples mas efícaz, sem falar dos ambientes e atmosfera do jogo.

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Sou aquele gajo que ama RPG’s, mas que nunca terminou o FFVII, que acha o Fallout 2 o melhor jogo de sempre, o GBC a consola que nunca foi superada (muito Pokémon na altura :P, mas devo confessar que atualmente de eleição é a PS3, mas GBC é aquela coisa) e que tem como eleição a PlayStation.

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