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Análise PS4 – Need for Speed (2015)

Este foi o que podemos considerar um reboot quase da franquia, mas esperemos que não seja o seu toque de caixa permanente, o Payback vai continuar a formula que este seguiu, que por sua vez continua a formula iniciada com o Underground, que ocorreu pelo BOOM do Street Racing e carros modificados para Tuning com o primeiro Fast & Furious, mas não podemos esquecer que a essência de NFS é corridas de rua, a alta velocidade com carros de luxo, e por isso mesmo a série Hot Pursuit não deverá ser esquecida esperemos.

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O jogo volta a pegar em nós e a pôr-nos no papel do protagonista, tal como fazia nos Underground e de maneira mais completa no Most Wanted (2006), com a diferença que neste chegamos mesmo a ver interações do ator, que faz de nós, em partes das cutscenes, a plot segue-nos enquanto nos juntamos a uma equipa de 5 corredores que seguem 5 estilos de condução diferentes, que por si só 4 deles têm 4 ídolos do mundo automóvel, como Ken Block ou Nakai-San que aparecem no jogo e que enfrentamos a certa altura, e ainda a equipa Risky Devild, a nossa equipa é constituída por Travis, um arruaceiro que é dono de uma garagem, Amy que adora tudo a nível mecânico num carro, Spike um jovem com sangue à flor da pele e que quer velocidade, Manu que segue um estilo mais zen e se foca em drift e fluidez, e Robyn, que se foca mais no trabalho em equipa e correr como um só. Vamos ter várias corridas de plot dentro dos 5 estilos diferentes, e que vão desenvolver a nossa relação mesmo com cada personagem, levando a corridas épicas a velocidades alucinantes contra ícones do mundo automóvel.

Mas não se deixem enganar, a jogabilidade pode parecer simples como sempre, mas não será só meter peças nos vossos carros, convêm que os afinem a nível mecânico, isto é feito quando começam a ter acesso a peças ajustáveis, apesar de no final ser algo limitado em comparação com o Shift 2 por exemplo que era um simulador de corrida automóvel claro, podemos mexer o suficiente para obter resultados significativos, e ajustar o equilíbrio do carro para ser perfeito para Drift, ou perfeito para ter aderência na estrada, mas sem esquecer que muito para um lado ou outro acaba a dar resultados negativos na condução, pois demasiada aderência ou demasiada fluidez nas curvas vai trazer resultados negativos, vai-se tratar tudo de ajustar e testar para encontrar o que vos cai bem no vosso estilo de condução. Temos um bom número de corridas e diferentes tipos mesmo, dentro do drift vamos ter coisas como Drift Train em que temos de fazer drift juntos em equipa, competições e gynkhanas, vamos ter corridas estilo circuito, sprintes, time attack e não só e ainda por update foram adicionadas Drag Races. Em termos de personalização visual temos um grande variedade do que pode ser feito, parece que voltámos ao Underground 2, mas em comparação tem menos variedade, mas com a adição de body kits, a nível de visual o que brilha mesmo é nos vinis e não só, pois aqui temos algo que já se via na franquia Forza, acesso a personalizações da comunidade, e podemos fazer upload dos nossos trabalhos e a imaginação ao que parece é quase o limite, apesar de no Forza ser mais completo, podemos pôr as cores e vinis do Skyline do Paul Walker na Velocidade + Furiosa por exemplo, ou pegar no M3 E46 e meter o seu look do Most Wanted, ainda mais que temos o body kit dele usado no Most Wanted (2006), ou seja a lenda continua viva aqui. O grande foco será a velocidade alucinante a que podemos chegar nas estradas, em que vamos ter de ter “unhas” para controlar os nossos carros, a parte negativa passa por termos espaço limitado a 10 slots para carros, ma seleção também não é muito grande mas poder ter 15/20 carros não magoáva ninguém.

Por fim em termos de faixas de áudios temos uma boa seleção e mesmo uma ou outra mais clássicas na franquia, os sons dos carros e do mundo em si parecem fieis ao realismo cada vez mais e aqui isso aliado ao grafismo realístico do jogo efeitos de ambiente, velocidade, o curto ciclo em que vemos luz do dia para voltar para as sombras da noite, e mesmo alturas que chuvisca, tornam neste uma experiência única na franquia NFS, peca no fator de quererem que isto quase seja um pseudo-MMO obrigando aos jogadores a estarem ligados sempre à net, podemos estar numa sessão privada tal como no Rivals podíamos, mas caiu mesmo mal o always online nesta que não é uma franquia direcionada a ser MMO, ainda mais com um limite de 8 jogadores em cada sessão, que disfarça um bocado com as dezenas de carros controladas por AI que andam por Ventura Bay, temos ainda uma presença policial, mas nada de mais, e que demorar a transformar-se numa perseguição meio séria, não vamos ter uma AI bruta e que envia N carros policiais atrás de nós, temos algumas barricadas a certo ponto e tapetes espigões mas nada de grave e escapar é fácil, podemos ainda ao estilo do Midnight Club LA parar e pagar a multa pelo excesso de velocidade ou contraordenação cometida quando a cometemos. Esta é uma experiência única feita para apreciar a condução, os carros, a velocidade a cidade em si, e não só, e não para ser algo frenético e a escapar a perseguições frenéticas.

Deixamo-vos ainda mais em baixo um dos nossos streams do jogo, e se quizerem podem ver os restantes aqui, e se gostarem não se esqueçam de nos subscrever no Youtube para não perderem futuros, e de partilhar a vossa opinião nos comentários.

Este foi o que podemos considerar um reboot quase da franquia, mas esperemos que não seja o seu toque de caixa permanente, o Payback vai continuar a formula que este seguiu, que por sua vez continua a formula iniciada com o Underground, que ocorreu pelo BOOM do Street Racing e carros modificados para Tuning com o primeiro Fast & Furious, mas não podemos esquecer que a essência de NFS é corridas de rua, a alta velocidade com carros de luxo, e por isso mesmo a série Hot Pursuit não deverá ser esquecida esperemos. O jogo volta a pegar em nós…
Um jogo que mete NFS na geração atual de consolas, o nível de detalhe no mundo, carros e objetos no ambiente, é realmente fenomenal, algo realístico ao melhor nível, só peca o jogo na questão de precisar de estar sempre ligado à net, não fosse isso e este seria um dos melhores NFS da franquia, pois volta à formula Underground/Most Wanted.
História - 84%
Variedade - 76%
Jogabilidade - 82%
Grafismo - 90%
Som - 76%

82%

Alucinante!

Um jogo que mete NFS na geração atual de consolas, o nível de detalhe no mundo, carros e objetos no ambiente, é realmente fenomenal, algo realístico ao melhor nível, só peca o jogo na questão de precisar de estar sempre ligado à net, não fosse isso e este seria um dos melhores NFS da franquia, pois volta à formula Underground/Most Wanted.

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Sou aquele gajo que ama RPG's, mas que nunca terminou o FFVII, que acha o Fallout 2 o melhor jogo de sempre, o GBC a consola que nunca foi superada (muito Pokémon na altura :P, mas devo confessar que atualmente de eleição é a PS3, mas GBC é aquela coisa) e que tem como eleição a PlayStation.

2 comments

  1. Roberto Loureiro diz:

    Boa análise, só não o compro já por causa da obrigatoriedade de estar sempre online

    • Pois essa questão é o que deixa a pensar sobre o jogo e apesar de me fazer torcer o nariz ainda, posso dizer que é un handycap que vale a pena suportar, mas para quem não tenha sempre net na consola ou não tenha de todo é um no go basicamente.

      E já podiam ter dado patch naquilo para remover essa obrigatoriedade.

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