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Análise PS4 – Obduction

A Cyan regressa com mais um jogo que serve como sucessor espiritual a Myst, mas também a Riven. Uma jornada fora do comum, mas já esperada dos criadores da icónica franquia Myst.

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Obduction mete-nos no papel de um humano que desaparece para um mundo desconhecido numa fatídica noite, em que durante um passeio por um parque, uma estranha luz no céu precede o aparecimento de um objeto em forma de semente mecânica, e que após se abrir nos faz desaparecer em direção a um cenário que representa um pedaço removido de uma cidade do Arizona no Século 20. À chegada somos recebido por uma mensagem holográfica de um total de meia-dúzia do Presidente, Josef, da cidade mineira conhecida como Hunrath, que faz parte deste pedaço do planeta Terra em que nos encontramos. Estas mensagens servem de certa maneira para nos apresentar a cidade e mesmo o setting em que nos encontramos, mas através de documentos que encontramos espalhados começamos a compreender mais sobre este local, e com o desenrolar da plot que se apresenta no jogo, vamos compreender que este é só um de quatro locais, todos removidos de 3 planetas habitados por vida inteligente, sendo um deles o planeta Terra, outro do planeta Soria onde habita a espécie Mofang, outra de Maray onde habitam os Villein, e Kaptar onde habitam os Arai. A nossa jornada será compreender o que se passou, pois apesar de Hunrath ter tido uma boa dose de humanos a habitar que iam lá parar da mesma maneira que nós, infelizmente de momento só um com habilidades cientificas se encontra lá, conhecido como C.W., que ficou para trás previamente a um conflito civil entre espécies que houve, no final disto tudo a ideia será encontrar uma maneira de regressar à Terra, enquanto descobrimos e desvendamos mais deste estranho local, que apesar de no inicio nos deixar confinados a Hunrath, nos deixa após isto começar a explorar para lá da mesma, em direção aos outros pedaços de planetas que se encontram todos ligados entre si, por um sistema de árvores e raízes, que em si são as que dão origem às estranhas sementes.

Em termos de jogabilidade é bastante simples, andamos em si a vaguear pelos cenários, e acabamos a depararmo-nos com puzzles e objetos com os quais interagimos que nos vão ajudar a abrir caminho por entre os 4 mundos que o jogo nos apresenta, mundos entre aspas claro. A fórmula do jogo em termos de atenção ao que nos rodeia e ao seu ambiente e objetos continua presente, seja uma frase num documento, um código num diário que nos poderá abrir uma porta com tranca de segurança eletrónica mais tarde, seja lembrarmo-nos de algum objeto que poderá mais tarde ser acionado ou usado para nos abrir caminho para outras zonas do cenário, e/ou fazer-nos progredir na história que o jogo nos apresenta. Aqui a questão é que sendo que um dos principais objetivos da jogabilidade é focarmo-nos com algum cuidado no ambiente que nos rodeia, o facto de terem sido introduzidos objetos extra por parte da campanha Kickstarter, pode a certo ponto confundir um pouco, felizmente quando nos aproximamos o suficiente destes objetos podemos ver um aviso que o mesmo faz parte da campanha em si.

Visualmente o jogo deslumbra, está extremamente detalhado, e com uma qualidade única, pena que isto talvez seja o motivo pelo qual acabamos a certas alturas a ter alguns frame drops, e devo dizer até que o jogo no load inicial para entrar no jogo acaba a ser um pouco “pesado” com um tempo de loading pouco comum, os sons acabam a ser interessantes para ajudar a definir o ambiente em que nos encontramos como som de grilos num ambiente mais árido e de calor rural Americano em que nos encontramos inicialmente.

A jornada de Obduction é algo incomum e ao mesmo tempo interessante de se fazer, um bom escape para fora da rotina dos jogos e géneros mais comuns, e que se diversifica mesmo dentro do seu género em que podemos incluir experiências como Leaving Lyndow ou Layers of Fear. Se gostam de Myst, ou jornadas interativas com uma boa dose de puzzles e ambientes a apreciar então deverão encontrar em Obduction, uma experiência agradável de se fazer.

A Cyan regressa com mais um jogo que serve como sucessor espiritual a Myst, mas também a Riven. Uma jornada fora do comum, mas já esperada dos criadores da icónica franquia Myst. Obduction mete-nos no papel de um humano que desaparece para um mundo desconhecido numa fatídica noite, em que durante um passeio por um parque, uma estranha luz no céu precede o aparecimento de um objeto em forma de semente mecânica, e que após se abrir nos faz desaparecer em direção a um cenário que representa um pedaço removido de uma cidade do Arizona no Século 20. À chegada…
Uma jornada fora do comum mas esperada dos criadores de Myst, apesar de um ou outro problema técnico como os frame drops, ou tempos de loading um pouco excessivos a certo ponto, Obduction fica como uma jornada bastante interessante e que recomendo a quem gosta de jornadas com mistério, puzzles, uma boa dose de exploração e apreciação de ambientes. Em si a história e mistério que nos são apresentados são interessantes, e como qualquer jogo do género acaba a reinar o fator exploração, sempre necessário nestes jogos para quem queira descobrir o máximo possível sobre o background dos locais onde nos encontramos, personagens, etc…
História - 83%
Jogabilidade - 80%
Grafismo - 88%
Som - 87%

85%

Interessante!

Uma jornada fora do comum mas esperada dos criadores de Myst, apesar de um ou outro problema técnico como os frame drops, ou tempos de loading um pouco excessivos a certo ponto, Obduction fica como uma jornada bastante interessante e que recomendo a quem gosta de jornadas com mistério, puzzles, uma boa dose de exploração e apreciação de ambientes. Em si a história e mistério que nos são apresentados são interessantes, e como qualquer jogo do género acaba a reinar o fator exploração, sempre necessário nestes jogos para quem queira descobrir o máximo possível sobre o background dos locais onde nos encontramos, personagens, etc…

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Sou aquele gajo que ama RPG's, mas que nunca terminou o FFVII, que acha o Fallout 2 o melhor jogo de sempre, o GBC a consola que nunca foi superada (muito Pokémon na altura :P, mas devo confessar que atualmente de eleição é a PS3, mas GBC é aquela coisa) e que tem como eleição a PlayStation.

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