Análise PS4 – Raiders of the Broken Planet: Wardog Fury

A história de Raiders of the Broken Planet continua, com a equipa de raiders liderada por Harec a continuar os seus assaltos a operações das frotas humanas que tentam tomar controlo do “seu” planeta que é conhecido como o Broken Planet.

Nesta campanha a história leva-nos por mais 4 missões cheias de ação, até um derradeiro confronto contra o líder da frota dos Wardogs, ou corretamente os Umbra Dogs, o General Marmalade, que é de momento uma besta titânica devido a efeitos de Aleph. Mas para conseguirmos tanto chegar a ele como ter uma chance de o derrotar, para além de pôr fim a algumas das suas operações de maneira a fazê-lo mostrar-se, vamos ainda ter de encontrar e recolher um artefacto antigo, capaz de sugar Aleph e causar resultados explosivos, sendo que teremos de conseguir obter este artefacto antes dos nossos rivais o fazerem.

Pelo caminho vamos ainda recrutar um novo aliado, Loath, um soldado dos Wardogs, ou melhor, um ex-soldado, que foi submetido a experiências com Aleph do General Marmalade, que o causaram a chegar a um ponto capaz de se transformar numa besta fenomenal e agressiva pelo uso de Aleph, sendo que o mesmo na primeira vez que ocorreu a transformação quase erradicava Marmalade, e se encontra agora a viver como um fugitivo dos Wardogs, e nós teremos de o salvar. Engraçado que aqui nesta campanha e mesmo após os créditos, é nos dado o inicio de uma visão do passado do Broken Planet, nomeadamente 500 mil anos antes dos eventos atuais, que visam pelo que percebi, dar-nos conhecimentos sobre outros tempos, quando o planeta tinha vida, e de eventos cruciais talvez para se perceber melhor o que ocorreu e o que danificou, digamos assim o planeta.

A jogabilidade continua a ser bastante divertida e bem conseguida, tal como referi na nossa análise à primeira campanha, Alien Myths, pelo que escuso de me voltar a repetir, fica nota que o novo recruta dos Raiders faz uso de um lança granadas que quando bem usado é capaz de fazer dano devastadores, é um personagem de grande porte e convém saber-se delinear uma estratégia bem definida pois o seu movimento um pouco mais lento, em certas missões será algo comprometedor, o que eleva o desafio do jogo em si. Agora também nos últimos updates, foi adicionado o modo Free Mission of the Week, que semanalmente roda acesso a uma das missões das campanhas para que todos os jogadores que não tenham as mesmas nem o pass do jogo, as possam jogar, também foi adicionado um sistema de convites que só irá funcionar para quem tenha as campanhas em questão ou o pass do jogo, por isso quem não tenha nem uma coisa nem outra não pode receber convites para missões às quais não tenha realmente acesso normal.

A jornada do bando do Harec continua a fazer-se sentir nesta nova campanha, a qualidade mantém-se, só penso que talvez mais algum tempo de cutscenes ou eventos viessem a calhar bem, não que o que exista não faça o efeito ou cumpra o objetivo da experiência de cada campanha até agora, fica só no ar a vontade de descobrir como irá ser o desfecho de toda esta aventura, à qual ainda faltam ser adicionadas mais duas campanhas.

A história de Raiders of the Broken Planet continua, com a equipa de raiders liderada por Harec a continuar os seus assaltos a operações das frotas humanas que tentam tomar controlo do “seu” planeta que é conhecido como o Broken Planet. Nesta campanha a história leva-nos por mais 4 missões cheias de ação, até um derradeiro confronto contra o líder da frota dos Wardogs, ou corretamente os Umbra Dogs, o General Marmalade, que é de momento uma besta titânica devido a efeitos de Aleph. Mas para conseguirmos tanto chegar a ele como ter uma chance de o derrotar, para além…
A nossa jornada continua e a qualidade mantém-se, talvez agora se note menos em certos aspetos, pois certas coisas não mudam, mas continua a ser uma jornada fenomenal e ainda difícil de se ver como um indie game devido ao seu nível de qualidade.
História - 86%
Jogabilidade - 88%
Grafismo - 88%
Som - 82%

86%

Fenomenal!

A nossa jornada continua e a qualidade mantém-se, talvez agora se note menos em certos aspetos, pois certas coisas não mudam, mas continua a ser uma jornada fenomenal e ainda difícil de se ver como um indie game devido ao seu nível de qualidade.

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Sou aquele gajo que ama RPG's, mas que nunca terminou o FFVII, que acha o Fallout 2 o melhor jogo de sempre, o GBC a consola que nunca foi superada (muito Pokémon na altura :P, mas devo confessar que atualmente de eleição é a PS3, mas GBC é aquela coisa) e que tem como eleição a PlayStation.

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