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Análise PS4 – The Pinball Arcade: Tales of the Arabian Nights

Antes de tudo adiantar que vamos andar a analisar as mesas do Pinball Arcade de futuro, portanto esta primeira da mesa “base” do jogo, Tales of the Arabian Nights, vai servir um pouco de análise às bases da jogabilidade do jogo em si, sendo que análises após esta irão focar-se sempre nas mesas em si, e só em elementos de jogabilidade do jogo em geral como as mecânicas da bola em termos de controlo e realismo, se houver algo que se diferencie nesse aspeto, que à partida não deverá acontecer.

Em termos de jogos Pinball nas últimas 2 gerações (a atual e anterior), penso que estivemos e estamos muito bem servidos, temos de um lado o estúdio FarSight Studios, que com o Pinball Arcade e armados com uma licença para publicar versões virtuais das mesas produzidas pela Williams, Stern, Bally e não só, lançou uma remessa de mesas fenomenais deste fabricante para os fãs de Pinball poderem jogar no mundo virtual dos videojogos, mesas como a do filme Exterminador Implacável 2, uma baseada no Judge Dredd, Monster Bash, Creature from the Black Lagoon, entre tantas outras, e em específico aquela que vem disponível com o jogo base, sendo que as restantes têm de ser adquiridas, a Tales of the Arabian Nights, que é uma mesa de 1996, que dava ao seu jogador uma experiência por 7 contos das Arabian Nights. Recentemente na Europa saiu ainda da FarSight (com um release oficial em 2016) o Stern Pinball Arcade, com licença para lançar mesas produzidas pela Stern, sem falar que partindo para um caminho de mesas originais temos jogos como Zen Pinball, Zen Pinball 2, Pinball FX3 e não só vindos do Zen Studios.

Indo portanto à Tales of the Arabian Nights, a oferta de missões da mesa vai de encontro a estes contos das Arabian Nights e dão-nos um bom desafio a serem feitas, acabando também a ser engraçadas de se completarem, têm uma temática a Ali Baba com o objetivo de acertarem com a bola em vários alvos de maneira a soletrar SESAME, para abrirem a entrada da mítica caverna e obter uma joia, a corrida de camelos, uma de Sinbad, e não só que variam nos seus objetivos um pouco, entre acertar com a bola vezes suficientes em alvos, fazer a bola ir por um dos caminhos iniciados por uma das ramps, etc…, sendo que cada modo dos contos vos dá uma joia, e ao obterem as 7 vão poder iniciar o Wizard Mode da mesa e batalhar o poderoso génio da mesa, também têm um modo multiball, que ao soletrarem a palavra HAREM, ao enviarem a bola vezes suficientes por uma ramp especifica, vão poder espalhar o caos da pontuação (se tiverem habilidade suficiente para manter as bolas na mesas,) com múltiplas bolas, entre outras coisas, como a oportunidade de skill shots e super skill shots, um modo de recompensas ao calhas que vos pode dar por exemplo uma bola extra, bónus de pontuação, e não só.

Podem ainda contar com um online leaderboard, que está presente em todas as mesas, e têm ainda acesso a um set de troféus, e digo isto pois nem todas as mesas têm troféus associados, mas têm sim sempre challenges in-game para fazerem e mostrarem que são os mestres do Pinball. As animações da mesa são bastante boas, seja a nível visual, seja a nível sonoro, sinto mesmo que estou a jogar numa mesa real, e digo isto em comparação às mesas do Zen Pinball 2 ou Pinball FX3 por exemplo, que são mesas fictícias, espetaculares, mas derradeiramente com uma boa camada de elementos que seriam impossíveis de conseguir na vida real, e aqui encontram um contraste a isso, com mesas reais digitalizadas, e que vêm com um sentimento de realismo à mistura, seja no comportamento dos “props” da mesma, dos efeitos de luz, nos sons que em alguns momentos se notam com uma qualidade semelhante ao que seria de esperar.

Uma coisa que adoro nos jogos da Zen é que eles trabalham para dar ao jogador mecânicas de física de bola com realismo, seja no movimento, velocidade, comportamento, etc…, e devo dizer que pelo menos nesta mesa, e apesar de esta ser a versão de PS4 do The Pinball Arcade, que se mostra evoluída em relação à versão de PS3 e Vita a nível de qualidade visual, se sente com alguma falta de realismo talvez, em certos comportamentos da bola, mais nomeadamente na sua velocidade, que é muito lenta de inicio, mas que mais tarde fica talvez um pouco excessivamente rápida, quase parece que alguém está a fazer inclinações com a mesa para mudar este aspeto, de resto os controlos apresentam-se sem problemas, e senti à partida um bom desafio a jogar neste mesa fenomenal.

No final do dia Tales of the Arabian Nights é uma experiência fenomenal, e mostra a qualidade do estúdio FarSight até certo ponto, pelo que podiam ter na altura aproveitado para polir um bocado mais as mecânicas da bola em si, mas veremos se noutras mesas mudo um pouco o meu parecer neste aspeto, pelo menos assim o espero. Visto que a mesa é grátis recomendo que lhe deem uma chance, se são fãs de Pinball no mundo real e virtual, vão certamente divertir-se bastante com esta mesa.

Antes de tudo adiantar que vamos andar a analisar as mesas do Pinball Arcade de futuro, portanto esta primeira da mesa “base” do jogo, Tales of the Arabian Nights, vai servir um pouco de análise às bases da jogabilidade do jogo em si, sendo que análises após esta irão focar-se sempre nas mesas em si, e só em elementos de jogabilidade do jogo em geral como as mecânicas da bola em termos de controlo e realismo, se houver algo que se diferencie nesse aspeto, que à partida não deverá acontecer. Em termos de jogos Pinball nas últimas 2 gerações (a…
Uma boa amostra do trabalho deste estúdio, que decidiu recriar no mundo virtual mesas de Pinball do mundo real de uma maneira fenomenal, a mesa está sublime na PS4, e noto uma evolução sem dúvida visual, em termos das físicas de bola, diria que está tudo como esperava exceto as mecânicas de velocidade da mesma que estão um pouco desreguladas a meu ver.
Diversidade - 83%
Jogabilidade - 75%
Grafismo - 86%
Som - 84%

82%

Recomendada!

Uma boa amostra do trabalho deste estúdio, que decidiu recriar no mundo virtual mesas de Pinball do mundo real de uma maneira fenomenal, a mesa está sublime na PS4, e noto uma evolução sem dúvida visual, em termos das físicas de bola, diria que está tudo como esperava exceto as mecânicas de velocidade da mesma que estão um pouco desreguladas a meu ver.

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Sou aquele gajo que ama RPG’s, mas que nunca terminou o FFVII, que acha o Fallout 2 o melhor jogo de sempre, o GBC a consola que nunca foi superada (muito Pokémon na altura :P, mas devo confessar que atualmente de eleição é a PS3, mas GBC é aquela coisa) e que tem como eleição a PlayStation.

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