Análise Xbox 360 – Gears of War 3

Após a análise feita à já algum tempo de Gears of War 1 e do 2, fica aqui a análise do 3 finalmente. Este continua a história do 2, 2 anos após o incidente em Jacinto que tinha como objetivo eliminar os Locust, no decorrer da sua história descobrimos que os mesmos estavam também numa guerra interna, contra uma forma nova dos mesmos, que era conhecida como a raça Lambent, e em Gears of War 3 o foco principal de inimigos passa por eles praticamente.

Nós começamos a bordo do Sovereign, um helicarrier dos COG, juntamente com o que basicamente resta de esta organização militar, o mundo está devastado, e nada é como se esperava, pois apesar de acreditarem que os Locust foram eliminados, Marcus, Baird, Cole e Dom, estão metidos no meio dos Lambent. De repente do nada o desaparecido Presidente Prescott regressa, com informações para Marcus, sobre o seu pai estar vivo e em cativeiro em Azura, uma instalação militar secreta, e pelo meio de isto tudo começamos a demanda de encontrar o pai de Marcus, Adam. A história mais uma vez vem bem conseguida, e envolvente até certo ponto, sendo o restante a sua ação já conhecida, e que adoramos, juntamente com os seus ambientes e cenários, e boa banda sonora a acompanhar, levamos pelo (tal como disse) mundo devastado por esta guerra que já dura há demasiados anos, pela promessa de que o pai de Marcus, que se encontra em cativeiro, conseguiu descobrir finalmente uma solução para erradicar os Lambent, e se tudo correr bem os Locust, uma história que acaba com um desfecho infeliz para um dos membros originais da nossa squad, também neste vemos a relação entre Marcus e Anya a evoluir para algo mais pessoal e intimo.

Embora logo no inicio a gente descubra que os Locust estão realmente vivos, começamos muito antes a combater os Lambent, que têm novas formas e tipos de criaturas na sua linhagem, como um Leviathan, e formas de tentáculos gigantes que aparecem ao longo do jogo, com uma espécie de casulos que temos de arrebentar, para eliminar o tentáculo, e parar que os casulos continuem a “cuspir” inimigos. Apesar de termos os grubs dos Lambent que já conhecíamos e que como sabemos explodem quando morrem, temos também por exemplo uma forma chamada Grudge mais larga e maior em dimensões, que quase parece uma espécie de esqueleto em esteroides, isto pela sua cara que me faz lembra uma caveira, e que a certo ponto em alguns momentos, alguns deles até ganham uma extensão de 3 tentáculos nas costas que disparam jatos de Imulsion, que é uma espécie de liquido que vemos nas cavernas dos Locust no Gears 2, e que é supostamente a causa da mutação dos mesmos para os Lambent, ou por exemplo a forma dos Lambent de um inimigo que todos adoramos encontrar (yeah right) os Berserkers, esta sua forma é realmente a mais ameaçadora e difícil de derrotar na minha opinião, dando mesmo a ideia de que consegue sobreviver até ao Hammer of Dawn. Em termos de Locust temos também por exemplo uma nova variante, os Savage Locust, que são os que sobreviveram à inundação de Jacinto, estes regrediram para um estado mais selvagem, e são inimigos muito poderosos, mas claro que continuamos a ter depois os Locust regulares que estão sobre as ordens da sua Rainha que sobreviveu aos eventos do Gears 2, mas também neles aparecem novas formas e criaturas, como a siegebeast que é uma creatura escravizada pelos Locust, e que foi posta numa estrutura que a torna como o “corpo” de uma catapulta, ou os Armored Kantus que são uma forma mais poderosa dos Priest do Gears 2.

Também temos neste jogo algo de novidade logo no inicio, o controlo de uma máquina de armazém do tipo mech (que me fez lembrar o famoso mech da franquia Aliens) uma secção em que usamos uma espécie de mech, que era usado para carregar caixas de grande porte de mercadoria, e posso dizer que até é divertido manusear o mesmo, chegamos a controlar uma catapulta dos Locust por exemplo, entre outras atividades, como perseguir uma espécie de barco aéreo que é navegado pelo uso de uma criatura voadora que mais parece um peixe balão de tamanho descumunal, em que temos de “perseguir” o mesmo, de maneira a poder abordá-lo. Em termos de armamento chegamos a ter algumas novidades como é normal, para elevar a fasquia da ação, e complementar também de certa maneira os ajustes ao sistema de cobertura do jogo, como uma Espingarda de Sniper de grande porte, chamada de One Shot, e por um bom motivo, pois a mesma só precisa de um tiro para pôr termo ao que está na outra ponta da nossa mira, temos também uma nova forma de granadas, que são incendiarias, ou por exemplo uma nova forma de arma fixa, engenhada pelos Savage Locust, que basicamente são duas retro lancers em cada ponta, ou com boomshots, sendo que também as podemos encontrar nas Gas Bardes.

Temos localizações espetaculares pelo jogo, sendo uma delas uma secção que se passa ao longa de uma costa que tem um visual fantástico, ou sítios como Anvil Gate, que é uma fortificação que está a ser mantida por uma coligação do COG juntamente como Coronel Hoffman, e outros sobreviventes, ou a passagem pelo estádios dos Cougars, que era da equipa onde o Cole jogava antes de isto tudo se dar, e ver uma estátua do Cole “Train” à entrada do mesmo é algo fenomenal. A sua banda sonora como disse acompanha bem os momentos do jogo, e tudo combinado dá o nível de excelência que esperava de Gears 3, sendo notavelmente uma evolução do que jogamos no 2, e que torna ainda mais esta franquia algo obrigatório para os detentores de uma Xbox 360, e neste momento de uma Xbox One, que já tem retrocompatibilidade com todos os jogos da franquia.

Após a análise feita à já algum tempo de Gears of War 1 e do 2, fica aqui a análise do 3 finalmente. Este continua a história do 2, 2 anos após o incidente em Jacinto que tinha como objetivo eliminar os Locust, no decorrer da sua história descobrimos que os mesmos estavam também numa guerra interna, contra uma forma nova dos mesmos, que era conhecida como a raça Lambent, e em Gears of War 3 o foco principal de inimigos passa por eles praticamente. Nós começamos a bordo do Sovereign, um helicarrier dos COG, juntamente com o que basicamente…
Mais uma vez uma obra prima da X360, este jogo é um must play para todos os fãs de ação e aventura, com uma plot fantástica, jogabilidade e ação viciantes, e ambientes e cenários espetaculares, tornam este uma pérola da Xbox.
História - 95%
Jogabilidade - 95%
Gráficos - 100%
Banda Sonora - 90%

95%

Espetacular!

Mais uma vez uma obra prima da X360, este jogo é um must play para todos os fãs de ação e aventura, com uma plot fantástica, jogabilidade e ação viciantes, e ambientes e cenários espetaculares, tornam este uma pérola da Xbox.

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Sou aquele gajo que ama RPG's, mas que nunca terminou o FFVII, que acha o Fallout 2 o melhor jogo de sempre, o GBC a consola que nunca foi superada (muito Pokémon na altura :P, mas devo confessar que atualmente de eleição é a PS3, mas GBC é aquela coisa) e que tem como eleição a PlayStation.

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