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Antevisão PS Vita – Akiba’s Beat

A nossa análise do Akiba’s Beat está de momento ainda longe de termos elementos para poder dar um verídico final, mas enquanto avançamos neste JRPG na PS Vita, que chega dia 19 de Maio à Vita e PS4, vamos já notando alguns pontos que podemos começar a avançar antemão.

O jogo tem lugar em Akihabara, podemos dizer que está uma reprodução da zona pelo que podemos verificar muito interessante, chegando ao ponto de ter os edifícios alusivos da Sega, tudo isto acaba a ser open world, não é nada gigantesco de circular mas tem um tamanho ideal e está dividido por zonas, o que de certa maneira acaba a ajudar e a permitir o nível visual deslumbrante que o jogo nos entrega. Indo à questão da plot está dividida por capítulos, em que pelo que se repara em cada um vamos lidar com a ilusão de alguém que acaba por se manifestar no mundo real, sendo a mesma a manifestação de uma vontade ou sonho forte desse alguém, repetindo-se num loop infinito diariamente, de notar que nós estamos presos num loop temporal num domingo, ou seja está sempre a ser domingo, sendo que os únicos que sabem que aquilo está a ocorrer acabam por ser os escolhidos, humanos com o poder de percecionar as ilusões, e que para eles têm a noção que estão num loop temporal, e em que as suas memórias não se apagam sempre que avança a meia-noite como ao resto do mundo. Nisto tudo quem vamos realmente acompanhar a fundo desde o inicio é o Asahi que é o nosso personagem principal, a Saki e o ser Pinkun, que é um ser que só os escolhidos podem ver e ouvir, em que o seu trabalho será desvendar porque estão presos neste loop e encontrar e pôr termo às ilusões, passando por identificar o responsável pelas mesmas, criar as condições para que o percurso da mesma seja afetada de maneira a abrir a porta para o mundo interior dela, onde terão de enfrentar as criaturas que lá habitam, e em suma uma em particular e poderosa que acaba de certa maneira a ser o coração, digamos assim, da ilusão.

O jogo é um JRPG e portanto dá-nos os elementos do mesmo, acabamos a ter uma party no fim do dia, podemos controlar até certo ponto as suas ações, mudar o seu equipamento para melhorar a sua defesa, aprender novas habilidades, e em combate podemos rodar entre os membros atuais da nossa party, em vez de estarmos preso a um só. Já em combate quando encontramos um inimigo somos postos numa arena e o mesmo é em tempo real como se fosse um hack n’ slash, com a particularidade que podemos fazer quatro ataques seguidos e depois temos de recuar, para recuperar, os nossos ataques especiais são controlados para além deste fator com o de SP, que podemos recuperar um ponto de SP em cada ataque desferido com sucesso, ou usando um item de recuperação de SP, além disto estamos sempre virados para pelo menos um dos rivais pois temos um lock on constante, podendo alternar entre os nossos inimigos, no fim disto tudo temos ainda o Beat Mode que deixamos para a análise final a sua abordagem, mas avançamos que vamos lutar ao sabor da música e não do vento.

Acabamos esta antevisão com a nota de que o jogo tem realmente um pequeno grande problema que é os loading screens, não na sua essência mas no tempo que o jogo demora a carregar o conteúdo seguinte, na troca de zona ou a entrar e sair de combate não se nota, mas quando é para entrar no jogo após o load do nosso save ou quando é para entrar e sair de uma sequência de história que se apresenta como um visual novel, com voice acting fenomenal, demora bastante tempo, e sendo este um jogo pesado em termos de plot, e em que se for preciso falamos com uma personagem, e depois saímos disso e temos de ir abordar outra, acaba a ser uma questão que estraga a fluidez do jogo, o que é uma pena pois a plot está bastante interessante.

Espero que tenham gostado desta antevisão, dos screens que tirámos e aguardem a nossa análise e opinião final.

Sou aquele gajo que ama RPG’s, mas que nunca terminou o FFVII, que acha o Fallout 2 o melhor jogo de sempre, o GBC a consola que nunca foi superada (muito Pokémon na altura :P, mas devo confessar que atualmente de eleição é a PS3, mas GBC é aquela coisa) e que tem como eleição a PlayStation.

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