Menu

RetroAnálise PS2 – God of War

Um jogo com mais de 10 anos, mas que se for preciso ainda continua na mente e conversas de muitos, pois afinal de contas quem se esquece do Espartano brutal que matou um Deus do Olimpo?

Neste caso God of War 1 foi um jogo que marcou a PS2, um jogo de hack’n’slash basicamente, mas com uma plot muito bem trabalhada na civilização antiga da Grécia e a sua mitologia envolvente, em que passamos por não muitos locais, mas que apesar de serem 5 (se contarmos com o mar Egeu), tirando o mar Egeu e o Desert of Lost Souls, os restantes estão vastos, sendo o mais vasto deles o templo enorme de Pandora que está nas costas do Titan Kronos. Passamos também pela cidade de Atenas, em que percorremos vários locais por esta cidade que está sobre um ataque em força por parte do Deus da Guerra, Ares, por ela vamos passar pelo porto de Atenas, várias das suas ruas, sistema subterrâneo, templos entre outros locais, e enfrentar vários dos soldados de Ares, nos quais se encontram Minotauros, Medusas, uma espécie de soldados grutescos e Ciclopes, mas estes não são os únicos inimigos pelo jogo, pelo que no Templo de Pandora temos mais algumas adições, pelo jogo também chegamos a passar pelo submundo, que é uma área cheia de almas perdidas e em sofrimento, que tem uma longevidade até bastante boa, um ambiente interessante, e desafios que em momentos nos deixam frustrados.

Já o templo de Pandora como disse é o mais vasto, enorme mesmo, desde a sua zona de entrada, até ao topo que é onde temos de chegar, passamos por várias localizações, câmaras, antecâmaras, zonas subaquáticas, cavernas, etc…, tudo populado com vários inimigos pelos quais vamos abrir caminho usando magia, desmembramento mano a mano com as execuções do Kratos, mas mais importante, com as famosas Blades of Chaos. Pelo jogos temos vários Bosses e logo no início levamos com um dos míticos monstros da mitologia Grega, a famosa Hydra que atormentava todos os navegadores do Mar Egeu. O jogo também nos obriga a puxar pela cabeça em certas zonas, fazendo uso de Puzzles interessantes, uns mais complicados que outros mas nada de mais, embora essas pausas sejam um bom aparte da ação constante e brutal do jogo.

Antes de falar do armamento de Kratos será bom mencionar quem é Kratos. O homem que serviu Ares, que cometeu um ato tresloucado e se arrependeu do pacto que fez com o Deus da Guerra, num momento de morte certa, dando a sua alma em troca da intervenção divina de Ares. Como servente do mesmo Ares deu-lhe as Blades of Chaos, duas espadas capazes de movimentos acrobáticos mortais com o uso de uma extensão de correntes que foram quase que fundidas nos antebraços de Kratos. Após rescindir o pacto com o Deus da Guerra, Kratos começou a servir os restantes deuses do Olimpo, procurando redenção pelos seus atos e que estes o livrassem dos seus pesadelos constantes, o que o leva a obter a demanda de fazer frente a Ares que tenta destruir a cidade de Atena, mas como o poder para matar um Deus não cai do céu, Kratos eventualmente vai ter de se aventurar no Templo de Pandora em busca do que foi escondido ai à muito, muito tempo atrás…o poder para matar um Deus. Quanto ao armamento, os deuses vão aparecer ao seu lado, dando-lhe dádivas como uma raiva eletrizante vinda de Poseidon, ou a habilidade de atirar raios como Zeus, entre outros, mas as Blades of Chaos são sempre a nossa arma principal, podendo ascender em poder, tal como as magias, pelo uso de orbs vermelhos que obtemos de arcas, e de matar inimigos, para as atualizar, e assim também desbloquear novos combos.

Este é um jogo que quem tenha uma PS2 e goste de boa ação, acompanhada de uma plot envolvente deve de jogar, e aliás basta terem mesmo uma PS3, ou PS Vita, pois o jogo foi posto num bundle com GOW2 para a PS3 onde está remasterizado, e para a Vita. Tem uma banda sonora incrível diga-se de passagem, que torna certas partes e os breves momentos mais calmos em que andamos nas ruas de Atenas, algo místicos quase. Só devo de avisar que na PS3 e PS Vita as cutscenes não ficaram com uma qualidade lá muito boa, talvez pela compressão que usaram depois para as mesmas, notando-se mais na Vita.

Os ambientes do jogo também são de notar, muito bem feitos e trabalhados, mostrando assim também a arte e arquitetura daquela era na Grécia antiga, que é sempre bela de se ver. E com a disponibilidade de este título na PS3 e PS Vita, este é um que está ao alcance de quem o quiser jogar. Eu para mim marcou-me muito, ainda mais sendo eu fã daquele período e mitologia, e vocês o que acham de este clássico da PS2?

Um jogo com mais de 10 anos, mas que se for preciso ainda continua na mente e conversas de muitos, pois afinal de contas quem se esquece do Espartano brutal que matou um Deus do Olimpo? Neste caso God of War 1 foi um jogo que marcou a PS2, um jogo de hack’n’slash basicamente, mas com uma plot muito bem trabalhada na civilização antiga da Grécia e a sua mitologia envolvente, em que passamos por não muitos locais, mas que apesar de serem 5 (se contarmos com o mar Egeu), tirando o mar Egeu e o Desert of Lost Souls,…
Um jogo que marcou a geração da PS2 por excelentes razões, com uma banda sonora imbatível, uma história que nos prende, jogabilidade apelativa ao género, e ambientes muito bem conseguidos que mostram pela PS2 uma beleza daquele tempo em píxeis, o que é que não há para gostar neste jogo?!
História - 97%
Jogabilidade - 90%
Gráficos - 92%
Som - 98%

94%

Um jogo que marcou a geração da PS2 por excelentes razões, com uma banda sonora imbatível, uma história que nos prende, jogabilidade apelativa ao género, e ambientes muito bem conseguidos que mostram pela PS2 uma beleza daquele tempo em píxeis, o que é que não há para gostar neste jogo?!

User Rating: No Ratings Yet !

Sou aquele gajo que ama RPG’s, mas que nunca terminou o FFVII, que acha o Fallout 2 o melhor jogo de sempre, o GBC a consola que nunca foi superada (muito Pokémon na altura :P, mas devo confessar que atualmente de eleição é a PS3, mas GBC é aquela coisa) e que tem como eleição a PlayStation.

No comments

Deixe uma resposta

Video em Destaque

Parceiros