Análise Xbox 360 – Grand Theft Auto V

GTA V já saiu faz tempo, seja na geração passada de consolas, seja em PC, PS4 e XOne, mas de notar que já nas consolas de geração passada, sem os melhoramentos efetuados na versão qur veio mais tarde para PC, PS4 e XOne, o jogo desempenha de uma maneira fantástica a todos os níveis sendo um dos jogos de nos deixar de boca aberta.

Desta vez vou seguir um modo contrário ao que costumo fazer deixando a parte de revisão da plot para o final, começando então com a questão da jogabilidade. Ao longo do jogo vamos controlar 3 personagens, Franklim, Michael e Trevor, havendo alturas em que podemos alternar entre os 3 em missões que eles estejam juntos, ou entre dois caso algum não se encontre presente, e mesmo outras em que devido ao desenrolar da plot do jogo controlamos só um, ou mesmo no mundo livre não ter algum deles disponíveis para controlar, toda esta questão de controlar 3 personagens é bastante interessante, largando a oportunidade de estar a viver uma missão com mais interatividade, e deixando o jogo com uma plot muito mais profunda e irei dar algo mais sustentável para isto à frente. O jogo dá-nos também várias atividades das quais vou mencionar caça, skydiving, assassinatos, exploração marítima, etc…, e isto para falar um pouco sobre o grau de realismo do jogo, também de salientar já que os elementos que compõem o mundo do jogo são o que lhe dão um grau de UAU estonteante, mas voltando à questão do realismo este falha e vem outra vez para cima e digo isto pelo seguinte, existem certos comportamentos a nível de AI que no IV eram mais realistas, como a reação a certas ações nossas por parte de agentes da policia, que aqui neste já acabam por funcionar de outra maneira mais agressiva imediatamente.

Indo ao que traz este sentimento à tona e o mete na ribalta abafando estas questões é termos um mundo mais interativo por exemplo, temos eventos a acontecer pelo mundo de repetente como alguém estar a ser assaltado e podemos escolher ajudar essa pessoa, ou podemos encontrar um carro blindado de transporte e desde que tenhamos as ferramentas necessárias, podemos assaltar o mesmo, e voltando a tocar na questão de atividades algo que eleva mais isto passa por termos vida selvagem no jogo, já tínhamos visto animais marinhos em outros GTA’s, em especial no San Andreas em que podíamos nadar e o mundo marítimo era de certa forma rico, mas neste é outro nível sem dúvida, desde alces a jaguares da montanha, é lindo, e um dos maiores problemas resolvidos neste V que ocorreu de uma maneira “pesada” no IV foi a condução de veículos de 4 rodas, que era como se os pneus estivessem cobertos de manteiga, era frustrante, já neste temos uma condução mais precisa e muito mais agradável, que me faz pensar que seria algo aplicado num Midnight Club após o LA, que já de si estava muito bom. Vemos ainda o regresso de poder usar o telemóvel, para fazer chamadas, aceder à net, ligar a amigos para conviver, e até tirar fotos para o Social Club, podemos também negociar ações de bolsa, comprar propriedades, entre muitas outras coisas que voltam a puxar GTA para outra liga do gênero que já tinha sido feito a certo nível mais elaborado no San Andreas.

Em termos de banda sonora o jogo conta com uma das melhores seleções da franquia, dando a sensação bem incorporada de que as rádios do jogo têm algo para todos os públicos, e indo para o nível de visual/grafismo do jogo, de notar que é do mais deslumbrante que há com um mapa massivo para explorar e circular, que é composto por zona urbana, costeira e campestre, florestal e desértica, pelo que digamos que Los Santos e Blaine County nunca estiveram melhor, é realmente algo que tem de ser visto e apreciado para realmente se perceber, o realismo dos ambientes e dos efeitos visuais são estonteantes, nunca vi por exemplo trovoadas com relâmpagos tão realísticos como neste jogo.

Agora falando da melhor parte, a plot. Antes de mais de salientar que as side-missions de cada personagem entregam-nos uma experiência mais pessoal para cada personagem, seja com o Trevor nas suas atividades ilegais, o Franklim a fazer os seus side jobs de furtar veículos, ou o Michael na sua demanda para entrar no mundo do cinema, é tudo coisas fenomenais sem dúvida. Já a plot principal é do melhor que já experimentei, o grau de detalhe e trabalho a elaborar missões fantásticas como as que jogamos neste jogo é do outro mundo, vamos andar metidos em assaltos em que temos de escolher a nossa equipa, o método que queremos usar e ainda arranjar os meios para efetuar o mesmo, como preparar um carro de fuga e deixar o mesmo num local estratégico à nossa escolha, arranjar equipamento militar para quando sairmos do local do assalto, preparar um ao edifício do FIB (FBI do jogo) em que vamos entrar como pessoal da limpeza, e mais tarde ser a “equipa” de bombeiros a chegar ao local depois de fazermos o que lá fomos fazer primeiro, e entrar no meio de chamas e fumo, enquanto o edifício começa a dar de si, ou escolher entrar pelo telhado do mesmo de paraquedas sendo que ai já é um caminho agressivo, pois vai do ponto de partida de tomar o edifício de assalto. É tão injusto tentar descrever esta secção do jogo, pois não há maneira de lhe fazer justiça, mas indo ao ponto fulcral, vamos seguir as vidas de Michael, Franklim e Trevor por muito drama familiar e perigo na vida do primeiro, em encontrar um rumo e sentido real na do segundo e a lidar com questões do passado, e muita, mas muita maluqueira na do terceiro, e a parte mais brilhante é que a vida dos 3 se ligam de uma maneira fenomenal e única.

É impossível eu fazer justiça ao jogo, é simplesmente algo do outro mundo, uma obra prima única do seu gênero, e mesmo em geral no mundo dos videojogos, merece ser disfrutado por todos, e não consigo imaginar alguém a jogar este jogo e a dizer que foi mal executado e que está defeituoso na sua base e experiência, a jogabilidade só não é excelente devido ao que mencionei, mas sinceramente até nisso fico quase sem nada a apontar.

Great music video montage 😉

GTA V já saiu faz tempo, seja na geração passada de consolas, seja em PC, PS4 e XOne, mas de notar que já nas consolas de geração passada, sem os melhoramentos efetuados na versão qur veio mais tarde para PC, PS4 e XOne, o jogo desempenha de uma maneira fantástica a todos os níveis sendo um dos jogos de nos deixar de boca aberta. Desta vez vou seguir um modo contrário ao que costumo fazer deixando a parte de revisão da plot para o final, começando então com a questão da jogabilidade. Ao longo do jogo vamos controlar 3 personagens,…
Uma obra prima sem nada a apontar e mais nada a dizer, é impossível eu conseguir expressar tudo o que sinto em texto e que só jogando poderão compreender, e não fosse o meu ver na questão da jogabilidade, seria sem dúvida nota máxima nesse campo.
História - 100%
Jogabilidade - 93%
Grafismo - 100%
Som - 100%

98%

Obra Prima!

Uma obra prima sem nada a apontar e mais nada a dizer, é impossível eu conseguir expressar tudo o que sinto em texto e que só jogando poderão compreender, e não fosse o meu ver na questão da jogabilidade, seria sem dúvida nota máxima nesse campo.

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About the author

Sou aquele gajo que ama RPG's, mas que nunca terminou o FFVII, que acha o Fallout 2 o melhor jogo de sempre, o GBC a consola que nunca foi superada (muito Pokémon na altura :P, mas devo confessar que atualmente de eleição é a PS3, mas GBC é aquela coisa) e que tem como eleição a PlayStation.

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